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| Joel Garcia |
Crianças aprendem pela experiência
que declarar uma inverdade pode evitar punições por alguma traquinagem. Não há
nessa idade a noção de prejuízo ao outro por faltar com a verdade. A criança primeiro aprende como a mentira
funciona, naturalmente elas não possuem o entendimento moral para evitar
fazer isso. O mentiroso começa cedo. De
maneira complementar, existem aqueles que acreditam que as crianças mentem por
insegurança, e por não compreender a gravidade dos seus atos "escapam da
responsabilidade apelando para a mentira". Nesse estágio do
desenvolvimento, as crianças às vezes contam mentiras fantásticas e incríveis,
absolutamente inocentes, porque eles não possuem a referência conceitual para
julgar se uma declaração é verossímil ou mesmo entender o conceito de
verossimilhança. Muito menos consequências. Serão necessários anos observando as pessoas mentirem e o resultado das mentiras para
desenvolver um entendimento adequado. A interferência da família também é
imprescindível para que a criança compreenda através de bons exemplos a forma
correta de relatar os fatos e como agir. A propensão a mentir varia muito entre
as crianças, com algumas fazendo isso de maneira costumeira e outras sendo com
frequência honestas. Os hábitos em relação a isso mudam normalmente até o
início da idade adulta. Nos casos em que esta mudança não ocorre, a psicologia
os definem como adultos no estágio de infância psicológica. Podemos ver que
crianças têm maior tendência a mentir do que os adultos. Outros defendem que a
quantidade de mentiras permanece o mesmo, mas os adultos mentem sobre coisas
diferentes e com interesses específicos. Com certeza a mentira de adultos
costuma ser mais sofisticada e vai apurando, e de consequências maiores do que
as contadas por crianças. Boa parte desse julgamento depende se a pessoa conta
inverdades diplomáticas, insinceridade social, retórica política e outros
comportamentos adultos que são tidos como mentiras. E principalmente,
fundamentalmente de acordo com o caráter.
O
Mentiroso sempre busca uma razão para que a mentira possa persistir como uma
estratégia em ambientes onde não é possível a comparação dos fatos contra
alguma noção de verdade. Sua avaliação de traição da confiança é
quebrada imediatamente ao ser contestada, o que determina a resposta com outra
mentira.
No
caso que hoje ocupa um número considerável de especialistas nas redes sociais a
proclamarem seus conhecimentos preciosos, "aos maus modos" da FACÇÃO
ESQUERDOPATA e suas engendras para executar seu plano, ou GOLPE, atingem a
proporção lamentável do ridículo. Para não "pagar" de ingênuo
útil e ignorante, adotaram a postura do
previdente.
- Viu,
eu avisei!
-Taí,
eu falei!
E
mais. Replicam conteúdos sem pesquisar a fonte. Copiam artigos sem verificar a
veracidade do que está escrito e afirmam ter participação no acontecimento.
Estão
mentindo. E mentindo a mentira alheia.
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| "O MENTIROSO COMEÇA CEDO" |
Qualquer
um que aceite como verdadeira a afirmativa de que o "regime" em
vigor antes, durante e depois das
eleições seria uma ameaça "inevitável" e suas consequências, e se
mantiveram calados, detectaram a mentira, assimilaram e assumiram a condição do
mentiroso. Os que a praticaram eram, são e serão MENTIROSOS. A perspectiva de
mudança de caráter fracassa a medida que esse adulto com "infância
psicológica perturbada crônica" tem a convicção da que sua verdade seja
única, incontestável, e assim, pratica a mentira conscientemente.
Não
haverá justificativas razoáveis para esse momento "lúdico".
O mentiroso está
condenado a não ser acreditado ainda que diga a verdade. Revindicará o
privilégio de imputar
a pecha de mentiroso a quem goza de boa reputação. Sempre.
O mentiroso não
dispõe de tão boa memória para se tornar um mentiroso bem sucedido. Esquece e
abandona a sua realidade para vivenciar o imaginário. Mesmo que por descuido,
num deslize, num rasgo de decência, até a verdade é suspeita vindo do
mentiroso.
Por fim,
você está diante de um mentiroso, sempre que se permitir ser um deles.
E aí...?
- Tu já sabia...
Humm... Sei!


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