quinta-feira, 21 de outubro de 2010

EL HEITOR, O Crápula- segundo "assalto".

Pois que el Heitor, o Crápula, em não logrando êxito na sua cruzada em primeiro turno de anular a eleição por falta de candidatos no mínimo "limpinhos", deu-se por vencido e apelou para a democrática maneira obrigatória do exercício de cidadania infame de escolha única. Votar ou votar.
Dessa "Guerra de Bugios" de que fomos acometidos onde dois candidatos jogam "estrume" um no outro para nos convencer de são "Limpos" fica claro de que mesmo a "maquiagem midiádica" que mascara, deforma e atrofia não consegue disfarçar o "odor" dos podres que pairam sobre respostas evasivas e posturas dissimuladas.
Mas afinal, no meio desse "esterco intelectual" onde fica o direito democrático de el Heitor, o Crápula- de escolha?
 Veja, ouça, leia e decida-se.
Assédio Intelectual deveria ser crime inafiançável!
http://www.youtube.com/watch?v=9E4sMClc5Kw

terça-feira, 14 de setembro de 2010

El Heitor, o crápula.

Em tempos de campanhas eleitoreiras recebemos os mais variados apelos.
Dentre vários, respondi a um amigo que me enviara o seguinte:

Olá!
Aqui o Xandy! Tudo bem?
Se você não tem candidato à Deputado Estadual, se está indeciso ou na dúvida... Peço licença pra mandar uma sugestão!
Este é O CARA!
Além de ser uma baita amigo/irmão, é uma pessoa comprometida com o bem. Além de estar afim de lutar pelo melhor para coletivo.
Se vc está em dúvida, dê uma olhada na candidatura de Juliano de Tal. Nas propostas e no seu curriculo!
EU RECOMENDO!

Resposta:

Olá Xandy!

Se me permitires, aqui vão algumasconsiderações.
Primeiro que:  Como te conheço, te admiro e respeito pelo sujeito gente boa, profissional sério e competente, talentoso e “incansávelmente” do bem, não deveria fazer isso com o pobre do rapaz.
“Se as pessoas soubessem do que são feitas as salsichas e os políticos, o mundo seria muito melhor”. Wiston Churchill
 Seu amigo e irmão camarada, ficha limpa, do bem, creio ser tudo isso e muito mais.
Ao tornar-se político, ele deixará de ter um currículo e passa a ter antecedentes.
Reconheço no teu ato uma busca “hercúlea” afim de melhorar o quadro em que vivemos. Mais precisamente “ O retrato da dor”.
Esse país não tem mais jeito!
Uma solução seria afrontar o TSE- Tribunal Superior Eleitoral- que em suas campanhas biliardárias busca fazer-nos acreditar que o voto é importante.
Importante prá quem?
Se há uma melhoria de vida pós eleições, melhora de vida em 4 anos quem se elege. E como melhora!
E ponto.
Um ato de rebeldia. Uma atitude de coragem. Aquela coisa de bater no peito e dizer:
- Agora chega!
É disso que precisamos.
Ter cabelo nas ventas...
Campanhas de partidos usam menores e isso deveria ser apontado como crime.
Menor infrator não pode ser preso, mas pode decidir pelo mandato de Senador.
Menor não pode trabalhar.
Menor não pode isso, não pode aquilo.
Mas pode ser usado...
Quando falo em afrontar o sistema, não digo isso de maneira subversiva.
Só estou exercendo meu direito de cidadão.
Aliás, um direito “obrigatório” de cidadania.
Se o número de votos válidos for menor que os nulos e brancos, isso sim seria um ato de demonstração de poder.
Por quê o voto não é facultativo e sim obrigatório?
Em não se tendo opção vamos às urnas. Mas lá sim decidindo o que queremos, ou o que NÃO queremos.
Já pensou se isso vinga...
Seria como mijar no formigueiro. A correria seria as “tontas”.
Por um dia, veria manchetes em jornais do mundo inteiro com alguma dignidade:
- Um país que teve coragem de anular uma eleição com uma arma poderosa. O título de eleitor!
Imagina a cara dos magistrados do TSE dizendo:
- Putz! Obrigamos essa gente a votar e eles nos sacanearam. Votaram em ninguém!
Bem! Daí em diante, meu plano não tem desdobramento.
Mas que seria divertido, seria.
Um grande abraço.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O Último Ato – Cena II





Jucelindo, o Juça, agora estava do outro lado do “balcão”.

Ousava dizer aos mais próximos:

-Agora a vida cultural acontecerá de maneira realmente participativa. Todo aquele que tiver algo a dizer terá espaço, terá voz. De fato e de direito.

A idéia de Juça, se é que ele tinha uma, seria re-abrir o “Último Ato” a toda e qualquer pessoa que quisesse ou se atrevesse se expor diante de outras tantas também ávidas por qualquer coisa. Fosse o que fosse.

O discurso era o de recuperar o tempo em que o “Ultimo Ato” era o berço das manifestações culturais da “Província”.

Para Juça isso deixara de ser uma idéia. Para ele, e só para ele, isto tinha conotações mais nobres- A Missão!

Nessa empreenda, Juça contava com “conselhos” de colaboradores que viveram aquela época dourada, prateada, purpurinada, de muito laquê, rouge... e “otras cositas más”.

Num encontro para discutir algumas medidas e colocar o projeto do Juça em prática, alguém perguntou:

- Qual é exatamente a tua idéia ? O que tu queres desse teu projeto... Qual é o público alvo?

-Sei lá !

-Como assim???

-Eu quero que aconteça. Sem essa frescura de muito “organizadinho”...

E complementou: - O espaço tá aí... Vem quem quiser... é só se inscrever e está dentro.

Outro incauto:

-Mas qual é o perfil desse espaço, como vamos divulgar isso? O “Ultimo Ato” é o quê? O que o “bar” oferece ao público ?

-Tem de tudo... Músicos de várias tendências. Tem erudito, tem clássico, tem pagode, tem MPB, show de variedades, quero fazer leituras dramatizadas, exposição de quadros, hora do conto, street dance, tango, funck... Futuramente, penso num Torneio de Arremesso de Anão.

-Bem, me parece que tem uma multiplicidade cultural bastante abrangente. Disse um dos “pensantes” que foram ao encontro.

-É isso aí! Tu é o único que captou a idéia.

Juça tinha um brilho no olho ao dizer aquilo com absoluta convicção de sucesso... Era o sonho do ex-garçon, agora, dono do “Último Ato”, prestes a se materializar.

Sua experiência no convívio com “os arteiros” de outrora, dava-lhe credenciamento para levantar este novo “circo”. Pelo menos ele achava que sim.

Quando não se é artista, fica difícil entender essa “espécie”. Tratar com, pior ainda.

Na teoria do Juça, é fazendo que aprende!

Segundo ficara entendido, a coisa andaria assim:

O espaço seria aberto de forma democrática e irrestrita.

Não haveria cobrança de couver artístico, ingresso, campanha do “kilo”, doação de agasalho, nem de órgãos... pelo menos os vitais...

Usariam o site do “Último Ato” para estabelecer contatos, fazer divulgação, convidar os artistas, postar fotos, vídeos... mostrar ao mundo como é que se faz!

Ah! Importante... Muito importante.

Assim como não há receita, os participantes não recebem cachê.

Tudo na ESPONTÂNEADADE...

Depois de alguns dias, lá estava .

O Último Ato de volta à cena.

Tudo pronto. Estréia marcada. Casa cheia... E agora?

Agora não tem mais jeito!

Som, Luz... Ação...

Como uma viagem no tempo o quadro era uma releitura do Último Ato de “trêsontonte”.

A platéia era formada na sua maioria pelo elenco.

Explico:

Lá pelos anos distantes, no primeiro “Ultimo Ato”, os freqüentadores nunca saíam dos seus personagens.

“Quando acabava a sessão na única sala de teatro da cidade, arrastavam uma performance pela vida afora numa sinfonia interminável de um concerto inacabado. E junto a ela, parte da platéia disposta a ser sodomizada intelectualmente.

O “Último Ato” só fechava quando não houvesse mais ninguém em condições de suportar a náusea, o aroma ácido de urina, maconha e vomito espalhado pelo ar daquele ambiente bizarro”.

Pois agora, não era muito diferente.

Mudara o ângulo. Aliás invertera-se...

As personagens ressurgiram e todos ali tinham antecedentes. Tinham passagem pelo teatro, pelas artes plásticas, pela música, pela dança, ou pelos demais arremedos cênicos. Ver pelas mesas ex-atores, ex-diretores, ex-autores, ex-músicos, ex-produtores, ex-auxiliares, ex-técnicos, ex-bêbados, ex-intelectuais, até ex-prostitutas, e muitas outras deformações artísticas, todos saídos diretamente do “Último Ato” quando este fechara as portas, as quais nunca mais deveria ter aberto, foi um exagero.

Certo era de que nem platéia, nem os “astros” que ali se exibiam ficaram convencidos de que aquilo algum dia poderia tornar-se um movimento de ordem cultural ou qualquer outro coisa em movimento.

Só o infeliz do Jucelindo!

Juça, o ex-garçon “idealista” do projeto é um persistente. Sua crença no formato da ESPONTÂNEADADE, DEMOCRACIA, MULTIPLICIDADE de PERFORMANCES e planejamento zero, manter-se-ía irredutível.

Aquela primeira edição nortearia outras tantas.

Fatalmente, muitas outras histórias.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Trapaceiros profissionais

Este tema tem corroído as expectativas de que um dia este país vai tomar vergonha na cara.
Ao completar 50 anos, Brasília recebe de presente mais uma manifestação do sentimento sombrio e assustador que de novo inundam os corredores do Planalto.
Centenas de e-mails são enviados diariamente, alertando as pessoas do que mais uma vez pode vir a acontecer em outubro. Entre as "contra-indicações" e alertas de "mau uso" do seu direito obrigatório de cidadânia, ouve-se que:

O presidente Lula anda desacorçoado com o desempenho de sua pupila na campanha.
A continuar assim perigaria dela naufragar já no primeiro turno(caso isso aconteça, volto a acreditar que Deus existe, é brasileiro e não me abandonou)!!!!
Daí que...poderia estar sendo articulado um plano B, uma das tantas manobras salvadora no arsenal das falcatruas da corrióla petista.
-Lula renunciaria a seu cargo para se lançar candidato a vice de Dilma, e assim poder fazer  "parelha" com a "meliante" e subir em tudo que é palanque.
Crêem os "grandes pensadores" do PT que com esta "trapaça", Dilma obteria os votos suficientes para eleger-se presidenta. Mas a estória maquiavélica não termina aí!
Depois de eleita, Dilma cumpriria um breve estágio, e em seguida renunciaria por motivo de saúde...afinal já houve um "histórico" de enfermidade, não é?
E assim, Lula assumiria legalmente a presidência e poderia ficar mais 8...OITO ANOS!
Este artifício de raciocínio, mais do que lógico, é um sinal de alerta.
Todas as peças se encaixam, lembramos que Alencar desistiu de concorrer ao Senado e Meirelles aceitou permanecer no Banco Central, ambos abrindo mão de projetos pessoais e à troco de que?
-De nada?$?$?$?$?
Agora confira: os artigos constitucionais que tratam da eleição não impedem que o presidente se candidate a vice, desde que se afaste do cargo seis meses antes do pleito. Pelo menos é isso que se entende da Constituição nos parágrafos 5 e 6 do Artigo 14, que trata dos direitos políticos.
Portanto, se for para acontecer mais esta vigarice...está para estourar, pois de maio a outubro são exatamente 6 meses...
Seria a concretização do sonho petista do terceiro e até do quarto mandato, claro, sempre respeitando a Constituição....à moda democrática do PT.
Cuidado- SEU VOTO PODE EXTERMINAR UMA NAÇÃO-

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

No ano da Copa - FUTEBOL DE RUA

Estamos em ano de Copa do Mundo. Isso me lembra o futebol no meio da rua e que foi a parte boa de boa parte da minha infância. Eram momentos ótimos. A rivalidade era grande. Uma diversão que ainda perdura ano após ano.
Aqui vai o regulamento que regem uma clássica partida de do futebol de rua, segundo Luiz Fernando Veríssimo, e que me foi enviado por uma amiga. Obrigado Dnana.





1. A BOLA

A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.

2. O GOL

O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.

3. O CAMPO

O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos clássicos, o quarteirão inteiro.

4. DURAÇÃO DO JOGO

O jogo normalmente vira 5 e termina 10, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

5. FORMAÇÃO DOS TIMES

Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.

6. O JUIZ

Não tem juiz.

7. AS INTERRUPÇÕES

No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:


a) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.


b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa.


c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.

8. AS SUBSTITUIÇÕES

São permitidas substituições no caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição ou em caso de atropelamento.

9. AS PENALIDADES

A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.

10. A JUSTIÇA ESPORTIVA

Os casos de litígio serão resolvidos na porrada, prevalece os mais fortes e quem pegar uma pedra antes.
(ver mais humor em areaderiso@blogspot.com)