sábado, 30 de setembro de 2017

- Assim se cria o "gado" perfeito para uma NOVA ORDEM!


A JANELA DE OVERTON*

*O termo “Janela de Overton” é uma homenagem a Joseph P. Overton, que criou um modelo para demonstrar como um pequeno grupo de pensadores pode mudar intencional e gradualmente a opinião pública de acordo com suas conveniências ideológicas.

Aqui estão são os principais "meios de ação" usados para manipular a opinião pública sobre determinados temas. Eutanasia, aborto, desarmamento, diversidade de gênero, a questão das drogas, onde logo teremos uma flexibilização das leis, conforme a opinião pública se tornar mais tolerante com a ideia da descriminalização...

-  Assim se cria o "gado" perfeito para uma NOVA ORDEM!
Na sociedade atual doutrinada por uma Ideologia Globalista, onde não mais são permitidos "conceitos", e como resultado, tão pouco uma divisão clara entre o bem e o mal, existe uma técnica para mudar a atitude popular em relação a práticas, consideradas até então, totalmente inaceitáveis e  de interesse de determinados grupos que está aplicando um esforço altamente profissional,fazendo parte do que se convencionou chamar de engenharia social. Para isso aciona-se um batalhão de especialistas em opinião pública: técnicos, cientistas, assessores de imprensa, relações públicas, institutos de pesquisa, celebridades, professores, jornalistas, etc.
Isto pode ser mais eficaz do que uma bomba nuclear lançada para destruir nações inteiras.
Usamos o exemplo radical de como “converter” em aceitável a ideia de legalizar o CANIBALISMO passo a passo... desde a fase em que é considerado uma ação repugnante e impensável, completamente alheio à moral pública até se tornar uma realidade aceita pela consciência das massas e da lei. Isso não é conseguido com uma lavagem cerebral direta, mas sim usando técnicas mais sofisticadas que sejam eficazes, graças à uma aplicação coerente e sistemáticas sem deixar que a sociedade perceba o processo.
Para mudar essa percepção, se pode invocar o “LIBERDADE DE EXPRESSÃO” e remeter o assunto no campo científico, pois para os cientistas geralmente não existem temas “tabu”.
Portanto é possível introduzir, por exemplo, um simpósio etnológico sobre" Rituais Exóticos das tribos da Polinésia” para começar a discutir a história do tema, obtendo declarações autorizadas sobre o canibalismo, garantindo assim, uma “transição” da atitude negativa e intransigente da sociedade para uma atitude mais positiva.
Ao mesmo tempo, eles criaram um grupo radical de canibais, algo que sé existe na internet, e que certamente vai ser notado e citado por vários meios de comunicação. Como resultado da primeira fase da “ Estratégia de Overton”, o tabu desaparece e o tema antes “Inaceitável”, começa a ser discutido.

2ª Fase Do radical ao Aceitável
Nesta fase, você tem que continuar citando cientistas, argumentando que as pessoas não podem se fechar, e devem estar bem informadas sobre o canibalismo, de maneira que se alguém se recusar a falar sobre isso, será considerado um hipócrita preconceituoso.
Ao condenar o “fanatismo, é também necessário criar eufenismo para o fenômeno, isto para dissociar a essência da questão de uma denominação, ou seja, separar a palavra do seu real significado. Assim, mudamos  o termo”canibalismo “ para “ Antropafagia”, e posteriormente, em “ Antropofilia”.
Paralelamente, se pode criar um precedente de referência histórico, mitológico, contemporâneo ou simplesmente inventado mesmo, mas o mais importante é que seja legitimado, para que este precedente possa ser usado como prova de que o canibalismo, agora chamado de “ antropofilia”, em princípio, possa ser legalizado.

3ª Fase- Do aceitável ao sensível
Nessa fase, é impotante promover idéias como as seguintes:
-“ O desejo de comer pessoas está geneticamente justificado”.
-“ As vezes uma pessoa tem que recorrer a isso, em decorrência das circunstâncias”.
-“Um homem livre tem direito de decidir o que come”.
Percebam que agora, os oponentes reais a esses conceitos, ou seja, as pessoas comuns que não querem ser indiferentes ao problema, começam a se transformar em inimigos radicais da opinião pública, cujo papel é apresentar uma imagem de “psicopatas enlouquecidos” dos adversários agressivos da antropofilia pois esses dizem para” queimar os canibais vivos”, juntamente com outros representantes dessas minorias. Em paralelo a essa discussão, especialista e jornalistas mostram que durante a história da humanidade, sempre houve momentos em que as pessoas comiam uns aos outros, e isso era NORMAL.

4ª Fase- Do Sensível ao popular
Neste ponto os meios de comunicação, com ajuda de políticos e pessoas formadores de opinião, já falaram abertamente sobre antropofilia.
O fenomeno começa a aparecer em filmes, letras de músicas, livros e videos.
Nesta etapa, começa a funcionar também a técnica que envolve a promoção de referências a figuras históricas proeminentes que praticavam antropofilia.
Para justificar aos partidários da legalização do fenômeno, se pode recorrer à “humanização do criminoso”, criando uma imagem positiva deles dizendo, por exemplo, que são vítimas, porque a vida os obrigou a praticar a antropofilia.

5ª Fase – Do popular à Política
Agora essa categoria já responde para começar a preparar a legislação para legalizar o fenômeno. Grupos de pressão (movimentos sociais, ativistas, ONGs) e lobistas se consolidam no poder e publicam pesquisas que supostamente confirmam uma elevada percentagem de apoiadores da legalização do canibalismo na sociedade.
Finalmente, na consciência pública um novo dogma se estabelece.
“ A PROIBIÇÃO DE COMER PESSOAS ESTÁ PROIBIDA”.
Durante esta última etapa desta estratégia de Engenharia Social, a sociedade já se rompeu, porque as regras da existência humana mudaram ou foram destruídas com a adoção de novas leis onde o conceito das “Janelas de Oportunidades” podem ser extrapoladas para QUALQUER FENÔMENO,  e é particularmente fácil de implementar em uma sociedade doutrinada em que a chamada “liberdade de expressão” tornou-se desumana e onde diante de nossos olhos, um após outro, se eliminam todos os limites que protegem a sociedade do abismo da AUTODESTRUIÇÃO.
Eis aqui então, uma “ nova sociedade” idiotizada, banal e totalmente imbecilizada vai "se permitindo" e que irá, em breve, compor UMA NOVA ORDEM MUNDIAL.

Eventos recentes expuseram esses fenômenos "travestidos" ONDE A PEDOFILIA FOI CONCEITUADA COMO ARTE.
Em pouco tempo, outras agendas ideológicas ocuparão as mídias entre elas o INSESTO e a NECROFILIA. 

                               Performance no Museu de Arte Moderna - SP 

QUEERMUSEU- Santander Cultural- Porto Alegre

Os Macaquinhos- CCSP -Centro Cultural São Paulo -São Paulo... 

“ Tempos estranhos são esses em que vivemos, quando velhos e jovens são ensinados na escola da falsidade. E o único homem que se atreve a dizer a verdade é chamado de uma só vez de louco e insensato.” Platão


quarta-feira, 19 de abril de 2017

A CIDADE QUE É A SUA CARA


Todos os visitantes de uma primeira vez em Novo Hamburgo, aquela da capital do calçado, estariam convencidos, em pouco tempo, ter encontrado o Eldorado. 
Cidadezinha simpática, gente feliz, organizada, limpa (sim, até as pessoas eram limpinhas), segura e próspera. Investir aqui era a certeza de retorno a curto prazo.
Passados os anos, e se instalou o projeto “venha conhecer antes que acabe”. Aquela Novo Hamburgo se desfigurou, ficou insalubre, fétida e miserável. Irreconhecível. Em menos de uma década os planos do PT de Tarcisio e Lauermann( o Luis), ergueram o “muro da vergonha moral” (e sem banho)

.
A cidade antes vigorosa, abundante, prostrou-se. Virou um rascunho de Berlim Oriental dos anos 90.
Visitar essa província com mania de metrópole hoje, é uma experiência um tanto dura. Para não dizer revoltante e nauseabunda, mas uma experiência afinal. Muito distante do que a cidade vendia de si mesma. Apresentada sob uma ótica míope de ter se tornado “alternativa com um toque de descuido casual”, seu encanto se embretou numa “xexelência” de pichações, violência, corrupção, propina, mendicância, ruínas históricas e entulhos morais.  
Tudo bem ao estilo e um bom exemplo das mudanças sofridas pela paisagem berlinense desde a queda do Muro.
Uma visitação a “Sala de Exposição Decadente” onde os “curadores”, (eleitores, comunidade, administradores, sociedade e “intelectuais” especialistas, empresários falidos), transitam com cara de “mamãe, peidei na festa” e com um cálice de hipocrisia nas mãos ornadas de jóias penhoradas e esmaltes baratos descascados, em brindes, tilintando falsidade.
Em exibição: A Radiografia do Caos.
Como chegaram a isso?
Negligência? Incompetência?
Nenhum, nem outro, isoladamente.
Arrogância!
Permitiram sucumbir e colocaram “forasteiros” na cadeira de gerente, mas nunca admitiram ter responsabilidades sobre “os destroços do desastre” sem precedentes.
Ergueram um “muro imaginário” ao redor de si afim de se proteger e blindar-se da destruição que esfarelou a cidadela. Não acreditavam ser atingidos violentamente através dos espelhos e seu reflexos.
Ao decidir que precisariam de “mudanças” ou nada lhes sobraria senão o aroma ácido da derrocada, planejaram e executaram um plano com cara de “vou peidar de novo” sobre uma realidade distante, turvada, embaçada. A própria realidade. Se borraram perna abaixo. O estrago já estava instalado e evoluído.
Lhes restava "desfilar" apenas uma mediocridade passiva.
Modelitos com cheiro ázimo e perfumes vencidos retomaram a cena e o “glamour” que nunca tiveram enrosca-se na demência circense pouco ou nada criativa. Agora as “peças” da exposição de um beco decadente berlinense são eles próprios. São seus os “retratos dos horrores”. São sua as “caricaturas” pichadas nos muros, são suas as fezes esparramadas pelas calçadas, são seus os cheiros fétidos e repugnantes dos imundos jogados pelas vielas.
São suas as digitais marcadas pela cidade doente que ora agoniza em fase terminal.
É você o autor dessa espetaculização da mediocridade.
Berlim é aqui... Ou Havana, ou Caracas...

- Eis Novo Hamburgo, O Gueto. 
A cidade que é a sua cara!