quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O "jornalismo covarde silencia"

Acostumados a atacar quem discorda das práticas esquerdopatas, inúmeros(e são muitos) jornalistas por aqui ajoelham e gemem ante o episódio lamentável ataque ao jornal Charlie Hebdo. Da mesma maneira que essa mesma midia miúda e rasteira, se "acadelou" quando no pronunciamento da da sua "chefe suprema) insinuou dialogar com o ISIS estava decaiptando jornalistas no varejo para o mundo todo assistir. Nem no assassinato do cinegrafista Santiago essas "prostitutas baratas" deram um grunhido. São também os mesmos que silenciaram quando do massacre da GNB na Venezuela que matou os estudantes nas ruas de Caracas.
Porque?
É preciso ter coragem para ter clareza moral. (Rodrigo Constantino - Veja)
Este, é o silêncio da cumplicidade.
Não há mais resquício algum de credibilidade nesses "periodistas" de conveniência.
Nada do que disserem, escreverem ou pensarem deverá ser levado em consideração.
Nenhuma vírgula do que escreverem tem veracidade.
Os veículos que os "encobertam" não podem mais ser dignos de seus leitores.
A liberdade de expressão com vergonha na cara está sangrando.
São tão fundamentalistas e radicais quantos os terroristas que assassinaram aquelas 12 pessoas. 
Charge de Stéphane Charbonnier- o Charb- "Ainda não houve atentados na França"onde o fundamentalista adverte: "Espere! Temos até o fim de janeiro para fazer nossos votos de ano novo"
O islã explicitamente condena a morte de outros mulçumanos, sendo muito radicais justificando seus ataques indiscriminados contra árabes ou muçulmanos alegando traição ao verdadeiro islamismo, por viverem no ocidente ou não aderirem à causa radical.
Pois... Saibam!
O policial morto a queima roupa, fazia a proteção de Stephane Charbonnier, desenhista e diretor do Charlie Hebdo, morto em Paris no atentado. E o policial era muçulmano.

“Nossa vida não será mais a mesma após este dia. Não tenho palavras. Ajudem-nos! Ajudem-nos a poder continuar rir, a que o silêncio e o medo não se instalem. É preciso poder lutar com as armas da democracia: o riso, a solidariedade, as palavras. Não podemos nos deixar impressionar. “Charlie” sairá na quarta-feira. É um juramento”.
Richard Malka, advogado do jornal Charlie Hebdo

A cabeça de um fundamentalista islâmico é assim:
'Sigo um só livro, não me importa o que me digam, sou feio, sou pior (por isso me acho melhor), não tenho chances nesse mundo que me odeia, sou lacrado em uma doutrina severa, pessimista e que acha que tem poder de julgamento contra o próximo.. . Se eu ou um dos nossos acabar com a vida de dez pessoas felizes, brancas, de sucesso e que não respeitem ou sigam meu único livro, o mundo será mais justo e igual e a minha recompensa serão as virgens que eu não tive nem coragem de chegar perto em vida".
Cuidado! Existem pessoas assim no mundo, independente de religião, são mentalmente escravizadas por bandeiras político-ideológicas. Não são frontais, suas ações são covardes, insistentes e disfarçadas. Enquanto pregam um discurso de coitados, o que mais querem é a chance de chegar perto de você e agir da única forma ensinada por sua cartilha. Diz o
Cartunista Zappa.
Seguimos.
Enquanto tivermos voz !

Salaam Maleikam my brothers.

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