Acostumados
a atacar quem discorda das práticas esquerdopatas, inúmeros(e são muitos)
jornalistas por aqui ajoelham e gemem ante o episódio lamentável ataque ao
jornal Charlie Hebdo. Da mesma maneira que essa mesma midia miúda e rasteira,
se "acadelou" quando no pronunciamento da da sua "chefe suprema)
insinuou dialogar com o ISIS estava decaiptando jornalistas no varejo para o
mundo todo assistir. Nem no assassinato do cinegrafista Santiago essas
"prostitutas baratas" deram um grunhido. São também os mesmos que
silenciaram quando do massacre da GNB na Venezuela que matou os estudantes nas
ruas de Caracas.
Porque?
É
preciso ter coragem para ter clareza moral. (Rodrigo Constantino - Veja)
Este,
é o silêncio da cumplicidade.
Não
há mais resquício algum de credibilidade nesses "periodistas" de
conveniência.
Nada
do que disserem, escreverem ou pensarem deverá ser levado em consideração.
Nenhuma
vírgula do que escreverem tem veracidade.
Os
veículos que os "encobertam" não podem mais ser dignos de seus
leitores.
A
liberdade de expressão com vergonha na cara está sangrando.
São
tão fundamentalistas e radicais quantos os terroristas que assassinaram aquelas
12 pessoas.
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| Charge de Stéphane Charbonnier- o Charb- "Ainda não houve atentados na França"onde o fundamentalista adverte: "Espere! Temos até o fim de janeiro para fazer nossos votos de ano novo" |
O
islã explicitamente condena a morte de outros mulçumanos, sendo muito radicais
justificando seus ataques indiscriminados contra árabes ou muçulmanos alegando
traição ao verdadeiro islamismo, por viverem no ocidente ou não aderirem à
causa radical.
Pois...
Saibam!
O
policial morto a queima roupa, fazia a proteção de Stephane Charbonnier,
desenhista e diretor do Charlie Hebdo, morto em Paris no atentado. E o policial
era muçulmano.
“Nossa
vida não será mais a mesma após este dia. Não tenho palavras. Ajudem-nos!
Ajudem-nos a poder continuar rir, a que o silêncio e o medo não se instalem. É
preciso poder lutar com as armas da democracia: o riso, a solidariedade, as
palavras. Não podemos nos deixar impressionar. “Charlie” sairá na quarta-feira.
É um juramento”.
Richard
Malka, advogado do jornal Charlie Hebdo
A
cabeça de um fundamentalista islâmico é assim:
'Sigo
um só livro, não me importa o que me digam, sou feio, sou pior (por isso me
acho melhor), não tenho chances nesse mundo que me odeia, sou lacrado em uma
doutrina severa, pessimista e que acha que tem poder de julgamento contra o
próximo.. . Se eu ou um dos nossos acabar com a vida de dez pessoas felizes,
brancas, de sucesso e que não respeitem ou sigam meu único livro, o mundo será
mais justo e igual e a minha recompensa serão as virgens que eu não tive nem
coragem de chegar perto em vida".
Cuidado!
Existem pessoas assim no mundo, independente de religião, são mentalmente
escravizadas por bandeiras político-ideológicas. Não são frontais, suas ações
são covardes, insistentes e disfarçadas. Enquanto pregam um discurso de
coitados, o que mais querem é a chance de chegar perto de você e agir da única
forma ensinada por sua cartilha. Diz o
Cartunista
Zappa.
Seguimos.
Enquanto
tivermos voz !
Salaam
Maleikam my brothers.

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