sexta-feira, 26 de setembro de 2014

DILMA É TERRORISTA COM SANGUE NOS OLHOS

Ao censurar os ataques dos Estados Unidos às bases  do Estado Islâmico com discurso feito na assembléia Geral da ONU, reiterando sua predileção por sangue em entrevista concedida na terça, 23, deixa claro que esta senhora , além de demência profunda, é uma psicopata assassina. 
Virtudes trazidas desde os tempos em que fora terrorista ( se FOR A COMISSÃO DA VERDADE, de verdade, poderão apurar os MAL FEITOS) onde cometeu crimes de morte.
Ao flertar com ABUR BAKR AL-BAGHDADI , fascinora e sanguinário, dá-lhe tratamento de chefe de estado e propõe DIALOGAR. A resposta imediata ao despreparo é a degola do turista francês HERVÉ GOURDEL.
Quando na Venezuela, NICOLAS MADURO, seu "parceiro de chacina", investiu pesado contra estudantes e matou centenas em nome do projeto BOLIVARIANO, a MATRONA BÚLGARA lambeu os beiços.
Perdemos, no Brasil, um VIETNÃ por ano e ainda assim saga BOLIVARIANA segue produzindo IMBECIS com gosto de sangue na alma. 
A capacidade da ESQUERDOPATA, ESQUIZOFRÊNICA, DELIRANTE E ESTABANADA em envergonhar o país em discurso na ONU, ou onde quer que abra a boca tem um aproveitamento de 100%. 
É... Dilma é CONVICTA. Tem PRINCÍPIOS
E "sangue nos olhos"


Presidente do Brasil Dilma Rousseff na ONU-
Discurso de apoio ao Estado Islâmico autoriza decapitação


Para entender:


O QUE FOI A GUERRA DO VIETNÂ



Guerra do Vietnã  foi um conflito armado ocorrido no Sudeste Asiático entre 1955 e 30 de abril de 1975. A guerra colocou em confronto, de um lado, a República do Vietnã e os Estados Unidos, com participação efetiva, porém secundária, da Coréia do Sul, da Austrália e da Nova Zelândia; e, de outro, a República Democrática do Vietnã e a Frente Nacional de Libertação do Vietnã (FNL). A China, a Coreia do Norte e, principalmente, a União Soviética prestaram apoio logístico ao Vietnã do Norte.
Em 1965, os Estados Unidos enviaram tropas para sustentar o governo do Vietnã do Sul, que se mostrava incapaz de debelar o movimento insurgente de nacionalistas e comunistas, que se haviam juntado na Frente Nacional para a Libertação do Vietname (FNL). Entretanto, apesar de seu imenso poder militar e econômico, os norte-americanos falharam em seus objetivos, sendo obrigados a se retirarem do país em 1973 e dois anos depois o Vietnã foi reunificado sob governo socialista, tornando-se oficialmente, em 1976, a República Socialista do Vietnã
Na guerra, aproximadamente três a quatro milhões de vietnamitas dos dois lados morreram, além de outros dois milhões de cambojanos e laocianos, arrastados para a guerra com a propagação do conflito, e de cerca de 58 mil soldados dos Estados Unidos.
Durante o conflito, as tropas do exército da Vietnã do Norte travaram uma guerra convencional contra as tropas norte-americanas e sul-vietnamitas, e as milícias da FNL menos equipadas e treinados, lutaram uma guerra de guerrilha na região, usando as selvas do Vietnã, espalhando armadilhas mortais aos soldados inimigos, enquanto os Estados Unidos se armaram de grande poder de fogo, em artilharia e aviação de combate, para destruir as bases inimigas e impedir suas ofensivas.
À exceção das linhas de combate ao redor dos perímetros fortificados de bases e campos militares, não houve nesta guerra a formação clássica de linhas de frente e as operações aconteceram em zonas delimitadas; missões de busca e destruição por parte das forças norte-americanas, com o uso de bombardeios maciços com armas químicas desfolhantes e sabotagens da guerrilha na retaguarda das zonas urbanas.
Travada com uma grande cobertura diária dos meios de comunicação, a guerra levou a uma forte oposição e divisão da sociedade norte-americana, que gerou os Acordos de Paz de Paris em 1973, causando a retirada das tropas do país do conflito. Ela prosseguiu com a luta entre o norte e o sul do Vietnã dividido, terminando em abril de 1975, com a invasão e ocupação comunista de Saigon, então a capital do Vietnã do Sul e a rendição total do exército sul-vietnamita.
Para os Estados Unidos, a Guerra do Vietnã resultou na maior confrontação armada em que o país já se viu envolvido, e a derrota provocou a 'Síndrome do Vietnã em seus cidadãos e sua sociedade MUNDIAL.

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